A necessária presença do nitrogênio em sistemas aquáticos.
Autor: Biól. Helcias Bernardo de Pádua
e.mail; helcias@pescar.com.br
tel.0 xx-3078. 0603/1120
*O nitrogênio é um elemento muito importante em
sistemas aquáticos, sendo vital como macronutriente; é a chave para a formação
de aminoácidos e consequentemente das proteínas, estas, constituintes dos
enzimas e componentes estruturais das paredes das células. Sem o elemento N
(nitrogênio) não existe vida.
*Ele se encontra na água sob três compostos: gás
dissolvido, combinações inorgânicas e orgânicas, sendo fixado na
forma molecular pelas bactérias e cianofíceas, mas todas tendo enorme importância
na cinética das águas e do solo.
Para tanto é necessário que ocorra, concomitantemente, o
processo físico, o químico e o biológico, com interação das suas variáveis
como, temperatura, luminosidade, alcalinidade, fotossíntese, oxidação, presença
de certos microrganismos e a não presença e/ou em níveis abaixo dos
limitantes, de certos metais, compostos halogenados, etc.
1. Introduçào.
O correto conhecimento das várias fases do seu ciclo e
acertadas atitudes durante o tempo de criação dos organismos aquáticos, deve
fazer parte da rotina de qualquer produtor, caso queira ter sucesso no seu
empreendimento.
Por exemplo, o inadequado manejo na ocasião do
escoamento do fundo de um tanque, ou devido à construção incorreta do sistema
de lançamento de suas águas, ou até da sua inexistência, ocasionam
mortandades de organismos, o que advém do arraste e revolvimento da camada mais
profunda, portanto menos oxigenada e rica de substâncias tóxicas, estas
oriundas dos processos biogeoquímicos naturais (oxidação, pH, ciclo do fósforo,
do carbono, do cálcio, etc.), favorecendo a formação e acumulo de nitritos,
nitratos, ácidos orgânicos, sais, CO2, CH4,
fenóis, algumas aminas e compostos amoniacais..
Na verdade, deve-se ter em mente que no sistema aquático, inúmeras,
complexas e naturais ações ocorrem e deverão sempre ocorrer para se ter o que
se chama de sistema em equilíbrio.
No caso do ciclo de nitrogênio, essas ações deverão gerar
substâncias como amônia orgânica e inorgânica, nitrito, nitrato e o próprio
nitrogênio na sua forma mais simples. Portanto, essas ocorrências devem sempre
ser tomadas como as mais naturais possíveis, embora sejam extremamente específicas.
Inúmeros são os microorganismos que podem produzir
compostos amoniacais, nas suas mais diversas formas, mas somente uns poucos
atuam no processo de nitrificar, ou seja, participar da oxidação
biológica do nitrogênio amoniacal para nitrito e a seguir para nitrato.
São eles os pertencentes aos gêneros de bactérias
nitrificantes, como as Nitrosomonas, Nitrobacter, Nitrosococcus,
Nitrospira e Nitroococcus, sendo autótrofas, o que significa que seu
crescimento não depende da matéria orgânica, e até podendo se utilizar de
compostos como o dióxido de carbono (CO2) satisfazendo assim
suas necessidades quanto ao carbono ou usar a luz e compostos inorgânicos para
obter energia. Alguns organismos tidos heterótrofos, ou seja que necessitam da
matéria orgânica para o crescimento e reprodução, podem nitrificar,
porém são uma minoria.
2. O ciclo do nitrogênio.
Ocorre sob três estágios distintos: nitrificação,
desnitrificação e amonificação.
2.1. - Nitrificação.
Se dá em duas fases, na presença de microorganismos autótrofos
quimiosintetizantes e em pH pouco alcalino: a nitrosação com as bactérias Nitrosomonas
e a nitratação com as Nitrobacter.
Então a reação NH4+ (amônia)
+ O2 (gás oxigênio), na presença de bactérias (nitrosomonas),
resulta o NO2 (nitrito) + H (hidrogênio) +
H2O (água); o H + NO2, dependendo
da temperatura e pH baixo, pode resultar em HNO2 (ácido
nitroso), mas em situação de equilíbrio o NO2 + O2
na presença das bactérias (nitrobacter), resulta em NO3(nitrato).
Assim:
NH3 + H2O ¬
® NH4+ + OH
Nitrosomonas spp
2NH4+ + 3O2 ®
2NO2- + 4H+ + 2H2O
Nitrobacter spp
2NO2- + O2 ®
2NO3-
A amônia orgânica (NH3), oriunda da
degradação da matéria orgânica, é muito tóxica para organismos aquáticos,
porém sendo a forma ideal no processo de oxidação das águas; já o NO2
(nitrito) é tóxico em altos níveis e carcinogenico quando fizer parte de
certos compostos (ação sinergica, ou seja, um composto aumentando a ação tóxica
do outro), sendo por isso importante procurar-se manter o nitrogênio na forma
mais adequada, nas águas. Sem dúvida alguma é melhor ter-se o nitrogênio em
estado de nitrato (NO3), por ser de imediata assimilação
pelos organismos, como as algas, a princípio não sendo tóxico, e também
servindo como fonte alternativa de oxigênio e nitrogênio para a vida, durante
períodos de baixa concentração de O2 , no caso, durante a
noite.
O íons amônio-NH4+ é o
primeiro produto não orgânico liberado na amonificação(NH3 + H2O
® NH4+ + OH-),
sendo oxidado pelas nitrosomonas, produzindo o íons nitrito-NO2
,(pouco solúvel e tóxico) que posteriormente é oxidado pelas nitrobactérias,
transformando em íons nitrato-NO3.
Não havendo quantidade suficiente de oxigênio, pode ocorrer
outro processo como a decomposição de proteínas, produzindo aminoácidos,
estes parcialmente desdobrados em amônia, ácidos graxos e ácido carbônico.
Alguns aminoácidos sofrem decomposição bacteriana (anaeróbia),
produzindo hidrogênio sulfídrico, indol e escatol, exalando odores,
resultantes do processo de fermentação (decomposição). A curto prazo e em
grandes quantidades do indol e escatol, pode-se obter concentrações tóxicas
de fenolis, entre outros, o que ocasiona a morte de organismos nem sempre
diagnosticada pelo criador. Outra possibilidade, é a que o nitrato sofra redução
para nitrito e amônia.
Sob condições quase anaeróbias, a forma NH4+
da amônia, (íons amônio), acumula-se rapidamente, quando de um aumento do
grau de decomposição da matéria orgânica, combinada com a excreção dos
organismos, podendo criar sérios problemas, dificultando a já ineficiente
oxidação do nitrito em nitrato. Problemas respiratórios atingem os
organismos, quando em concentração de 0,4 a 1 mg/l -amônia total, na água,
sugerindo-se sempre que possível, que a concentração esteja abaixo que 0,2
mg/l.
A concentração tolerável da amônia-NH4 (íons
amônio), em água, para os organismos aquáticos, não deve ultrapassar
0,5 mg NH4/l e da amônia-NH3, nunca
superior a 0,6 mg NH3/l. Num prazo de 24 horas, uma
concentração de 0,4 mg/l de NH3, em pH neutro e a 30oC
de temperatura, é suficiente para iniciar a morte de peixes medianamente sensíveis.
Mortandade, em massa, de organismos aquáticos, tanto de
larvas, girinos e imágos de rã; alevinos, juvenis e adultos de peixes, em
especial com baixas concentrações de OD, ocorrem em águas com NH3, (forma
não ionizada da amônia), igual ou acima de 1,0 mg/l.
Deve-se evitar as altas concentrações de amônia total na
água, pois ocasionam, por exemplo, uma elevação do pH sangüíneo dos
organismos ai presentes.
Na oxidação do nitrogênio, o pH considerado aceitável
deve estar sempre abaixo de 8 UpH, (a taxa de nitrificação se torna mais
constante em pH entre 6.3 - 6.7), com uma margem de 6 até 9 UpH, porém
sofrendo inibição a pH menor que 6 UpH e pH maiores de 8,5 UpH.
A amônia-NH4 (íons amônio) se tornará
cada vez mais tóxica quanto mais alto o pH, sendo ainda pouco ou não volátil,
porém menos estável e mais solúvel. Já a amônia-NH3 ,
que é a forma mais tóxica,embora se formando em baixa concentração,em pH mais baixo é facilmente
volatilizável, porém aumentando sua toxicidade a medida do aumento de pH
(alcalino), podendo então tornar-se altamente tóxico. Em águas muito
alcalinas e com a presença de compostos amoniacais, ocorre a formação de níveis
mortais de amônia-NH4+, a fração ionizada, como também
da amônia-NH3, a fração não ionizada.
Também o aumento da temperatura, acarreta num poder mais tóxico
da amônia, evidenciando ser uma variável de efeito sinérgico, fato que deve
ser considerado quando da instalação e manejo de sistemas de criação em
ambientes fechados, tipo estufa, águas aquecidas e/ou nebulizadas.
A nitrificação não ocorre em temperaturas abaixo de 5
graus centígrados e acima de 45 graus, sendo inibida em temperaturas abaixo de
10 graus e acima de 38 graus.
Alerta-se aqui que, a pouca ou elevada iluminação (incidência
luminosa) inibe diretamente a nitrificação pelos Nitrosomonas em
até 100%, portanto, períodos longos com dias nublados, ou alta incidência
luminosa, certamente acarretam a maior concentração de formas tóxicas do
nitrogênio. Portanto, uma correta circulação da água, um aumento na aeração
(oxidação da amônia), uma boa iluminação, um pH ao redor de 7, e a não
presença de detritos orgânicos acumulados no fundo dos tanques, evitam
problemas com a amônia total. Isso se deve à alta capacidade da amônia passar
para nitrito e mais rapidamente para nitrato, quando da presença de oxigênio,
(taxa fotossintética ideal).
Lembramos também que, são as algas azuis, chamadas de
cianofíceas, (Anabaena sp, Nostoc sp, etc.), as responsáveis pela fixação
do nitrogênio molecular-N2, em ambientes dulcícolas, porém
tais algas podem produzir odor e sabor desagradável e apresentar toxicidade.
Na fase inicial do ciclo do nitrogênio, o íons nitrito-NO2
é provavelmente o ânion de forma mais estável nas águas superficiais,
porem volátil, sendo considerado de alta toxicidade (sua
concentração máxima deve ser de 0,1 mg/l) e efeito mais pronunciado, do que o
íons nitrato-NO3, que não apresenta efeitos mais
diversos aos organismos, quando em concentrações inferiores à 10 mg/l), mas
bem menos volátil e estável.
Se tudo ocorrer normalmente, é natural encontrar uma maior
fração em forma de nitrato-NO3, que é
precisamente a forma mais oxidada, favorecendo uma assimilação maior, por
exemplo, do fosfato pelas algas, e caso ocorra uma maior decomposição de matéria
orgânica , a concentração relativa de amônia e nitrito será maior, perto do
fundo ou em águas profundas onde se encontra o mínimo de oxigênio.
A amônia (NH3) e o íon amônio (NH4+),ambos
nitrogênio amonico, estarão em equilíbrio na água, com cerca de 99% na forma
(NH4 +) em pH neutro, sendo esta forma
metabolizada ativamente(nitrificação), como nutriente e incorporada pela bióta,
sendo considerada como a fonte mais solúvel de nitrogênio.
- Salientamos que a nitrificação é bastante prejudicada quando do próprio
excesso de amônia, do gás carbônico, de ácidos nítricos e de metais,
como o cobre, o cobalto, o chumbo,etc., e os cianetos, os fenóles os
mercaptanos, as anilinas, a tiouréia e também certos compostos halogenados,pois
inibem diretamente este processo,além de serem tóxicos para os organismos
nitrificantes.
Portanto, a nitrificação é um processo que depende de
muitas variáveis, como pH, temperatura, oxigênio dissolvido, luminosidade,
etc., devendo o produtor (criador) valorizar as mesmas, para que tenha certeza
que esta ocorrendo completamente a oxidação da amônia e não o acúmulo de
nitrogênados não favoráveis, falta ou excesso de compostos ou formas
moleculares necessárias..
Por exemplo, a nitrificação só se inicia quando se deu
cerca de 70-80% de redução da matéria orgânica e isso requer uma presença
de O.D. igual ou maior que 2,0 mg/l, para que não ocorra qualquer inibição no
ciclo de nitrogênio,(o mínimo crítico de 0,5 mg/l). Para oxidar l mg/l de NH3-N
(amônia) a NO2 -N (nitrito) são necessários, aproximadamente 3,0
mg/l de oxigênio-O2 , que então para nitrato (NO3 -N)
utilizará mais 1,0 mg/l. O2.
2NH4 + 3O2 + ®
2NO2 + 4H+ + 2H2O + Ù
Nitrosomona spp
2NO2 + 102 ®
2NO3 + Ù
Nitrobacter spp
ou seja: NH4+ + 2O2 ®
NO3 + 2H+ + H2O + Ù
2.2. -Desnitrificação.
- O estágio que ocorre em seguida, neste ciclo, é a desnitrificação,
realizado com a presença de bactérias (anaeróbias e/ou facultativas), ou
seja, ocorrendo tanto em meios sem O2, como também
podendo utilizar o gás oxigênio, quando disponível.
*A desnitrificação, como diz o nome, é
essencialmente o inverso do processo de nitrificação, e ocorre em condições
exatamente opostas, ou seja, NO3- ®
NO2- ® N2O ®
N2 .
Ao contrário das bactérias fixadoras de nitrogênio
molecular, essas bactérias desnitrificantes, partem de compostos já
nitrogenados como os nitratos, nitritos e orgânicos nitrogenados (uréia, ácido
úrico), para extrair o N2 (nitrogênio). São
elas, por exemplo, as Pseudomonas sp que vivem na camada rente ou
primeira do solo, (lama), oxidando os compostos orgânicos da seguinte forma:
hidrocarbonetos (CH2O), mais nitrato (NO3),
resultando em dióxido de carbono- CO2 , mais H2O,
mais N2 e energia.
Na fixação por bactérias anaeróbias (Pasteurianum
sp , etc.) é utilizado o N2, mas também, o plantio de
leguminosas às margens dos sistemas aquáticos, retentoras em suas raizes de
bactérias simbiontes-fixadoras de nitrogênio, (Rhizobium sp),
mostra-se como eficiente método de controle desses compostos nitrogenados,
acelerando o início do ciclo a fixação. Essas bactérias, apressam a
incorporação da amônia pelo vegetal e às proteínas que produzem. A
aquicultura da Fazenda Cacau-Açu., de Pariquera-Açu/SP, confirma, demonstrando
expressiva melhora após a utilização desse recurso natural.
Lembramos que também são as algas azuis, chamadas de cianofíceas,
(Anabaena sp, Nostoc sp, etc.), as responsáveis pela fixação do nitrogênio
molecular-N2, em ambientes dulcícolas, porém tais algas
podem produzir odor e sabor desagradável e apresentar toxicidade.
As cianofíceas fixadoras de nitrogênio são freqüentes nas
águas doces mas raríssimas no meio marinho, sendo talvez por isso que o nitrogênio
seja considerado um fator limitante e freqüente no meio marinho. Elas,
juntamente com outras algas, as diatomáceas, assimilam diretamente o nitrato e
a amônia, esta última em maior velocidade. Sob condições de solo
recentemente inundado ou condições anaeróbias, certas bactérias utilizam o
nitrogênio do nitrato com a mesma finalidade do oxigênio. Elas não utilizam o
oxigênio do íon nitrato, entretanto usam o nitrogênio no lugar do oxigênio
com a resultante conversão do nitrogênio em formas gasosas, ou seja, N2O-óxido
nitroso (gasoso) e N2-nitrogênio elementar
(gasoso).
*Na ausência do oxigênio, a taxa de desnitrificação
torna-se elevada, caso em que os nitratos e nitritos funcionam como captadores e
equilibradores (aceptores) do número de elétrons e fornecem o oxigênio para a
oxidação de seus compostos orgânicos; porém na presença de oxigênio, esta
taxa não é elevada, caso em que as bactérias desnitrificantes usam o gás
disponível para oxidar os seus compostos.
Uma grande quantidade de compostos orgânicos ricos em
carbono oxidável, um pH pouco alcalino e uma certa população de bactérias,
favorecem a desnitrificação, quando na falta de oxigênio.
- O último (ou o primeiro) processo do ciclo de nitrogênio é a amonificação, onde
ocorre a decomposição dos nitrogenados excretados pelos organismos ou de
cadáveres (animais/vegetais), transformando-os em íons amônia (NH4+).
Vejamos:
Norg.(aminoácidos, enzimas, ácidos húmicos,
fúlvicos, produtos da decomposição e excreção), originam NH4+(N
inorg) ou então o NO3-(nitrato)
originando a NH4+.
Esse processo ocorre, principalmente no substrato e na
sedimento dos sistemas aquáticos, na presença de bactérias (Micrococcus
sp, Sporosarcina ureia, etc.) e fungos.
origêm:
águas residuárias, solo, chuvas, fixação da atmosfera, fertilização.
O que são:
*N inorg.: NH+4(amônia inorg.);
NO-2 (nitrito) ; NO-3 (nitrato)
*N org.: aminoácidos; enzimas; ác. húmicos e fúlvicos,
produtos de decomposição e excreção.
Processos metabólicos -
a) nitrificação : NH+4 ®
NO-2 ® NO-3
b) desnitrificação : NO-3 ®
N3 O ® N3
c) amonificação : NO-3 ®
NH+4
Quem são:
AMÔNIA :
livre : NH3 , tóxica , org. , + volátil
ionizada : NH+4 ,(-) tóxica , inorg, -
volátil
Distribuição em função do pH
pH
NH3 NH+4
7,0
1% 99
7,5
2
98
8,0
5
95
8,5
15
85
9,0
36
64 (*) tóx/de
9,5
64 36
10
85 15
tóxica tóxica(*)
(*) quanto maior o pH, mais tóxico o NH4
O catabolismos de proteínas leva à formação de amônia
(NH3) que, nos peixes teleósteoas, costuma ser eleminada por difusão
através das brânquias. A síntese de uréia nos peixes parece estar restrita
a um número pequeno de espécies. Sua indução por alterações do meio não
é descrita particularmente em teleósteos de água doce no Brasil. São
descritas respostas metabólicas de Piaractus mesopotamicus (pacu),
frente as variações ambientais de pH.
Os resultados obtidos sugerem que a espécie em estudo
aumenta a excreção de uréia com o aumento de pH, além de se observar uma
redução da amônia plasmática. Verificou-se também um aumento das
atividades transaminásicas de GOT e GPT nos tecidos hepático e renal,
seguido do aumento da atividade arginástica, nas condições experimentais.
Estes dados são sugestivos de excreção de uréia neste teleósteo de água
doce como resposta ao aumento do pH ambiental.
Louvado sejas, Senhor, pela irmã Água.
Ela é muito humilde, útil, preciosa e pura!
"Cântico das criaturas" São Francisco de Assis